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Disgaea 2: Dark Hero Days
Há qualquer coisa num tabuleiro dividido em rede que apela ao geek primordial. Talvez seja uma resposta pavloviana do meu cérebro por associação ao xadrez, ou talvez seja simplesmente nostalgia pelos primeiros RPGs de consola que joguei, que usavam esse formato, mas independentemente da da razão, um RPG estratégico por turnos, passado num belo mapa dividido por quadriculas, é, para mim, uma proposta muito sexy.
Disgaea 2: Dark Hero Days, é claro, tem o problema de viver na sombra de um jogo muito, muito bom: o Disgaea original. Não só tinha uma história engraçada e um conjunto de mecânicas robustas que interagiam entre si para criar uma riqueza táctica até ai nunca antes vista num jogo, também tinha a vantagem de ser praticamente infinito.
Entre levar personagens a nível 9999 (e posteriormente combiná-las em personagens poderosas nível 1 e recomeçar, criando autênticos deuses) e as dúzias de tipos de personagens que se podiam criar, níveis infinitos gerados aleatoriamente, e inimigos secretos para desbloquear, alguém devidamente cativado pelo Disgaea original ainda o poderia estar a jogar hoje. A sequela teria que ter argumentos de peso para valer a troca.








